Reprodução A Nova Democracia.
No dia 28/10, o Correspondente Local de AND em Recife recebeu em exclusividade relatos de alunos da universidade que flagraram a presença da Polícia Militar no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). De acordo com os estudantes, os PM ‘s estavam trocando informações com os seguranças privados da UFPE sobre a repressão ao movimento estudantil combativo.
Em sua denúncia, também ressaltaram que os agentes não procuraram esconder a atuação, sendo possível ouvir a conversa entre os reacionários e sobre como uma das perguntas dos policiais supostamente teria sido respondida pelo guarda privado TKS de que: “eles invadiram a universidade e abriram a cabeça de um segurança”, se referindo ao episódio onde foram repelidos pela autodefesa dos estudantes, após impedir a entrada dos alunos na universidade e agredirem a juventude, quebrando a mão de um estudante.
Em uma clara demonstração da perseguição que ocorre contra o movimento estudantil combativo na UFPE, este se soma a mais um episódio em que a PM tem atuado junto à segurança privada do campus para tentar impedir o direito à manifestação dos estudantes e sua luta por direitos.
No dia 16/10, ativistas do coletivo Mangue Vermelho foram reprimidos pela empresa de segurança, após realizar uma manifestação legítima pelo rompimento das relações da UFPE com a entidade sionista de “Israel”. Ao dispersarem o ato, os estudantes foram até o Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCNE), onde encontraram bloqueio feito pela empresa TKS, sobrepondo os mandos da universidade, em uma ação que levanta questionamentos sobre a autonomia da instituição.
Sem recuar, os estudantes exigiram seu direito de ingressar nos espaços da universidade pública, sendo reprimidos pela guarda privada, que covardemente direcionou seus ataques principalmente contra as mulheres e quebrou a mão de um dos ativistas, que precisou passar por uma cirurgia de urgência.
Defendendo o grupo, os estudantes responderam as agressões na mesma medida, conquistando o recuo dos guardas, que acionaram a Polícia Militar após o conflito para prender os ativistas, dentro da universidade.
Em mais uma conquista, os estudantes conseguiram expulsar a PM do local, após denúncias feitas à reitoria, que se viu obrigada a tomar lado pelos estudantes e retirar a polícia do campus. Entretanto, nada tem feito para impedir a perseguição contra o movimento estudantil e a luta política dentro da universidade.
No dia seguinte (17), o Coletivo Mangue Vermelho convocou um ato em frente ao Centro de Educação, contra a presença da PM na UFPE e denunciando a repressão da empresa de segurança privada, destacando como as ações praticadas pela reação remontam às práticas do regime militar fascista, e são resultados diretos da presença do Imperialismo, principalmente ianque, e do sionismo dentro da instituição.
Recentemente, o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Rondônia (DCE-UNIR) também denunciou que a presença da Polícia Militar dentro da UNIR tem sido direcionada principalmente as tentativas de repressão às expressões de luta combativa dos estudantes, que têm denunciado os crimes cometidos pela PM-RO contra os camponeses pobres em luta pela terra no estado e a tentativa de criminalização da Liga dos Camponeses Pobres (LCP), feitas pelo aspirante à influencer digital e comandante da PM-RO, Regis Braguin e o governador Marcos Rocha, que também já comandou a corporação.
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