Como parte da mobilização nacional contra as atrocidades cometidas pelo Estado de burgueses e latifundiários, estudantes, trabalhadores, sindicatos e demais entidades se uniram em manifestação na Praça Sete, no centro de Belo horizonte, no dia 31 de outubro.
Em ato solene, os manifestantes ergueram velas em nome das vítimas de Cláudio Castro, exigindo a punição aos assassinos do povo. A juventude, somado a demais organizações, levantou sinalizadores vermelhos em protesto, elevando a combatividade. No decorrer do ato, apesar da presença da polícia para “garantir a segurança”, provocadores conseguiram avançar com motos para cima dos manifestantes, que receberam a justa resposta por meio da autodefesa organizada.
Levantando alto a bandeira da Palestina, as bandeiras ianque e da entidade sionista foram rechaçadas e queimadas, dando resposta clara aos planos intervencionistas do imperialismo e a relação do Brasil com a entidade sionista, com palavras de ordem como “Chega de Cachina, PM na Favela e Israel na Palestina!” e “Yankees, Go Home!”.
Além das faixas denunciando a ação terrorista de Cláudio Castro no RJ, pichações como “PM ASSASSINA!” foram encontradas no decorrer da manifestação. Apesar das investidas da Guarda Municipal para encerrar o ato, o povo continuou sua justa revolta, encerrando com uma apresentação de rappers e demais artistas.
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