A derrota de “israel” em Gaza e a choraminga persecutória dos sionistas da CONIB na USP

Compartilhamos importante nota da Alvorada do Povo sobre a perseguição contra as companheiras do Grupo de Mulheres Remís Carla da USP.

Na semana do dia 16 de novembro, diversas entidades estudantis denunciaram uma tentativa patética da Confederação israelita do Brasil (CONIB) de, através da ouvidoria da USP, punir estudantes do Grupo de Mulheres Remís Carla (@grupodemulheres.remiscarla) criminalmente por colarem um cartaz em apoio a Palestina intitulado “Do Rio ao Mar, Palestina Livre Já!”, contendo imagens do povo palestino, particularmente dos grandes feitos da Resistência Nacional Palestina e suas organizações revolucionárias. A atitude patética foi descrita pelas entidades de luta em suas notas e recebida com rechaço pelos estudantes da USP, bem como pelo campo democrático em defesa da causa Palestina, como mais uma atitude inútil de tentar recuperar-se da desmoralização sofrida pelo nazisionismo em todo o mundo após a sua derrota fragorosa no campo de batalha.

A tentativa enfadonha da CONIB não é novidade para ninguém. Como sub-sede dos nazisionistas no Brasil, esses canalhas têm agido dessa forma contra todos aqueles que tem se levantado em defesa da Resistência Nacional Palestina, junto de seus cupinchas infiltrados no sistema judiciário. Basta ver o processo que moveram contra o jornalista Breno Altman, que culminou na censura de suas páginas nas redes sociais sob acusação de incitação ao terrorismo por defender o Dilúvio de Al-Aqsa, ofensiva desatada pela RNP em 7 de outubro de 2023 que golpeou de forma contundente a entidade sionista, bem como seu amo, o imperialismo ianque. Ou o processo movido através da FIERJ, parte componente da CONIB, contra o estudante Nicolas Bezerra, por denunciar através de sua arte o genocídio do povo palestino cometido pela entidade sionista. Há também os processos contra o Rui Costa Pimenta e Francisco Weiss Muniz, membros a direção nacional do PCO, acusados de “intolerância e/ou injúria racial, de cor e/ou etnia”. Há muitos outros como esses contra ativistas, jornalistas e outras personalidades públicas e, ainda que não tenham respaldo legal algum, são levados a termo pelo velho Estado e suas instituições podres, devido ao lobby e atuação sionista bancada por ricaços brasileiros ligados a “israel”, bem como pela própria entidade sionista, que atua de modo a estender seu raio de influência e disputar a opinião pública hegemonicamente pró-Palestina.

O amplo movimento democrático que se levantou após o 7 de outubro de 2023 contou com grande participação do movimento estudantil e de juventude. Em praticamente todos os países, a opinião geral é não só de denúncia do genocídio, mas de apoio às ações armadas realizadas pela Resistência. Ações concretas foram realizadas, como manifestações multitudinárias que enfrentaram proibições dos ditos governos “democráticos” imperialistas na Europa, mas também protestos armados do povo no Mundo Árabe, a exemplo do Iemen, que lançou mísseis diversas vezes contra o Exército de “israel” em Jerusalém e Tel-Aviv. Nos Estados Unidos, os estudantes ocuparam as principais universidades do país, inclusive Havard, que após a pressão do movimento estudantil, rompeu diversos contratos com os sionistas. No Brasil, diversas universidades realizaram ocupações em defesa da Palestina. Todas essas atividades internacionais são apenas alguns exemplos de como a defesa da causa Palestina se alastrou por todo o mundo e tem mais do que nunca representado um dos grandes bastiões da causa anti-imperialista.

É dever de todos que são a favor da causa Palestina rechaçarem essa arbitrariedade, porque para o movimento popular a causa Palestina é inegociável. Todo aquele que é contra o genocídio de um povo e a favor da resistência deve ter isso como princípio, ainda que sob pressão ou ameaça. Não é crime se posicionar politicamente por uma causa justa, mas sim querer aparecer com pompa de defensor da moral e dos bons costumes com as mãos sujas de sangue. Assim estão as mãos dos sionistas da CONIB, que defendem o genocídio e agem como moleques de recado da entidade sionista ao tentar perseguir o movimento estudantil combativo. São cúmplices de um dos maiores genocídios já vistos na história da humanidade e agora querem sair por aí se intrometendo onde não foram chamados – pelo contrário, tem sido expulsos, a exemplo do combativo rechaço ao sionista André Lasjt na Faculdade de Direito da USP ocorrido semanas atrás, e muitas outras atividades onde tiveram que sair fugidos diante da fúria dos estudantes. É preciso que o movimento estudantil e a juventude combatam de maneira firme qualquer tentativa de justificar o injustificável da ocupação sionista, bem como tentativas sujas de sabotar aquilo que o movimento popular tem feito para apoiar a causa palestina.

Reprodução Instagram Grupo de Mulheres Remís Carla.

Em segundo lugar, a democracia universitária garante que todos os setores populares tenham direito de expressar sua opinião. Jamais poderemos aceitar que uma instituição pública com a importância da USP se submeta ao ridículo de arrancar cartazes de estudantes, tal como os bolsonaristas têm feito na FFLHC, pois isso significaria legalizar a censura, tal como ocorreu no regime militar e ainda ocorre onde o princípio da democracia universitária é apenas uma folha de papel. Os estudantes devem se posicionar em defesa da causa palestina e não fazer um, mas vários, centenas a milhares de cartazes denunciando o que está acontecendo na Palestina e defendendo a resistência, bem como outras atividades combativas onde essa questão seja colocada sobre a mesa. Os sionistas que torçam o nariz, mas não encostem um dedo onde houver menções a luta do povo palestino ou vão pagar pra ver.

A atitude ridícula da CONIB é expressão da situação desesperadora em que se encontra o gabinete de Satanyahu, que incapaz de derrotar a resistência, se afunda numa crise sem precedentes. Os termos do recente cessar-fogo contaram com o aval da Resistência, que impôs derrota humilhante a “israel” ao sobreviver aos bombardeios diários e à ofensiva terrestre do dito exército mais poderoso do mundo. Desde o 7 de Outubro, mataram mais de 60 mil pessoas e não cumpriram sua promessa de submeter a resistência, não conseguiram acabar com a Palestina. Todos os seus objetivos políticos fracassaram de forma retumbante e hoje, estão no banco dos réus da humanidade. Choraminguem o quanto quiserem, sionistas, sua causa está fadada ao fracasso. O cessar-fogo é só o começo do último capítulo da libertação Palestina.

Fora sionistas da USP!

Todo apoio à Resistência Nacional Palestina!

Palestina resiste, Palestina triunfará!

Novembro de 2025
Coordenação Nacional da Alvorada do Povo

MEPR

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