Na última semana, a Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo – FRDDP realizou, no Rio de Janeiro, uma vitoriosa celebração dos 60 anos da Grande Revolução Cultural Proletária (GRCP), acontecimento de transcendental importância para o proletariado internacional e os povos oprimidos de todo o mundo. A atividade contou com a presença de mais de 50 militantes e ativistas de organizações revolucionárias como o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), Movimento Feminino Popular (MFP), Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR), Centro Brasileiro de Solidariedade dos Povos (Cebraspo), Associação Brasileira de Advogados do Povo – Gabriel Pimenta (Abrapo), Coletivo Arapuka, Frente Estudantil Walkíria Afonso Costa (FEWAC) e outras.
Sob uma grande faixa onde se lia “Viva os 60 anos da Grande Revolução Cultural Proletária! Viva o Maoismo!” e os retratos dos grandes chefes comunistas Presidente Mao Tsetung e Chiang Ching, os participantes iniciaram a atividade entoando em uníssono “A Internacional”, hino do proletariado internacional, e algumas palavras de ordem: Viva o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, aportes de validez universal do presidente gonzalo!, Viva a Nova Grande Onda da Revolução Proletária Mundial!, Abaixo a guerra imperialista!, além de condenar o revisionismo e todo o oportunismo.




A atividade foi dividida em três sessões: intervenção da FRDDP, apresentação do MFP e uma rodada de brindes.
Na intervenção principal, houve uma brilhante exposição por parte da FRDDP do que foi a GRCP e qual sua importância na história da luta do proletariado revolucionário contra o revisionismo e o oportunismo de todos os matizes. Foi destacado na intervenção de que a GRCP foi a maior mobilização de massas que já houve na história e que sua elaboração e direção pelo Presidente Mao Tsetung representou um salto que armou o proletariado internacional com uma poderosa arma para conjurar o perigo de restauração capitalista após a tomada do poder. Foi destacado também o papel da GRCP de ser uma ferramenta para atingir aquilo que há de mais profundo nos homens, sua ideologia, sua concepção de mundo, e fazer com que a mesma corresponda a nova estrutura econômica e social estabelecida com o socialismo e a ditadura do proletariado, assim como à necessidade de combater o revisionismo e continuar a revolução sob a ditadura onímoda do proletariado, sem a qual não se pode marchar ao comunismo.
Após a intervenção inicial foi aberto um espaço para que os presentes tomassem posição e tirassem dúvidas. Em todas as intervenções foi destacada a importância da GRCP no combate à restauração capitalista e em forjar um novo homem e uma nova mulher, cada vez mais livres da podre ideologia reacionária da velha sociedade, contra os quatro velhos (ideais, cultura, costumes e hábitos). Uma ativista do MEPR destacou o papel da juventude na GRCP, que sob a direção do Presidente Mao, constituiu-se em Guardas Vermelhos para se lançar na defesa do socialismo, do pensamento mao-tsetung (como era nomeado o maoismo à época) e como tropa de choque revolucionária ao combate aos revisionistas restauradores. Em outra intervenção, uma militante do MFP destacou a importância das mulheres na GRCP, que encarnando a consigna maoista de “conquistar a metade do céu” se uniram ombro a ombro a seus companheiros de classe na transformação da sociedade, sendo destacado o papel da líder revolucionária Chiang Ching secundando o Presidente Mao na luta contra os revisionistas chineses, dirigindo pessoalmente a GRCP e formando milhões de continuadores da causa do comunismo.
A intervenção da FRDDP dedicou-se também a explicar de modo didático a importância da GRCP para a Ofensiva Estratégica da Revolução Proletária Mundial, e de como se é fundamental defender a GRCP das acusações feitas na atualidade contra os supostos “excessos”, destacando a necessidade de elevar a luta em defesa das Guerra Populares em curso e as por iniciar, especialmente a solidariedade internacionalista ao Partido Comunista da Índia – PCI (Maoista). Sendo parte da luta ideológica em defesa do marxismo do nosso tempo, o maoismo, tal defesa se relaciona também, afirma a FRDDP, com a necessidade da juventude encampar a luta contra a ideologia imperialista e especialmente o oportunismo pós-moderno nas universidades. A partir de várias intervenções de jovens revolucionários, a organização revolucionária também agitou acerca do perigo representando pelo revisionismo social-imperialista chinês de Xi Jiping.
Na segunda sessão da atividade houve uma apresentação por parte do Movimento Feminino Popular – MFP de sua linha e de qual é a concepção dos comunistas a respeito da questão feminina. A representante do MFP destacou como a origem da opressão das mulheres está atrelada ao nascimento da propriedade privada, e que, portanto, as mulheres só poderão se ver livres desta montanha que pesa sobre elas se unindo às fileiras da revolução, não só como militantes mas também com quadros e dirigentes revolucionárias, despertando a fúria milenar da mulher contra a velha ordem que as oprime. Além disso, foi apontada a importância de se combater as concepções errôneas que acerca da questão feminina que o imperialismo tenta fomentar no seio do movimento popular, e que atualmente tem como principal expoente o pós-modernismo, que se configura como uma verdadeira arma ideológica da burguesia.
Após as intervenções, foi realizada uma última sessão, onde foram feitos brindes à Grande Revolução Cultural Proletária e seus 60 anos, aos heróis e heroinas da Revolução Mundial e especialmente dos revolucionários brasileiros, além de brindes à juventude revolucionária que mantém vivo o espírito dos Guardas Vermelhos na luta diária contra o imperialismo, o revisionismo e a reação.
VIVA OS 60 ANOS DA GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA!
REBELAR-SE É JUSTO!
Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR
Rio de Janeiro, agosto de 2026
