Uma vitoriosa Escola Popular foi realizada em Brasília no organizada pela Coordenação Regional do MEPR – DF. No encontro, os ativistas estudaram a formação histórica, social, política e econômica do Brasil para melhor compreensão do capitalismo burocrático.
Foram abordados conceitos importantes como semifeudalidade, o que são os países semicoloniais e coloniais, o que é a Revolução Agrária e o porquê da Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao socialismo. As intervenções dos ativistas presentes buscaram elucidar questões econômicas se baseando nos clássicos do marxismo; aprofundar nas questões de luta dos povos originários e do povo preto, e como essa luta continuam até hoje; e da evolução da luta camponesa, abordando principalmente as Ligas Camponesas no nordeste no século XX e a Liga dos Camponeses Pobres.
Os ativistas estavam bastante animados e a todo momento gritos de agitação ecoavam pelo local: “Cresce, cresce, por todo o Brasil, o novo Movimento Combativo Estudantil!”, “É terra, é terra, para quem nela trabalha! E viva, agora e já, a Revolução Agrária!”. Era unânime a decisão de seguir sob a bandeira do MEPR e na luta pela revolução brasileira, fazendo chegar à cidade o chamado pela Revolução Agrária, servindo ao povo de todo coração e sendo tropa de choque da revolução. A unificação sob a bandeira do MEPR também se deu em denúncias e rechaço por parte dos ativistas frente ao fracassado ataque liquidacionista contra a nossa organização, se unificando contra aqueles que alegam ser “novo”, mas não passam de representantes do carcomido velho movimento estudantil.
Durante a atividade foi entoado o Hino do proletariado internacional, “A Internacional”. Todo o espaço foi ornamentado com bandeiras, faixas sobre a Greve de Ocupação, imagens com importantes chefes proletários como Marx, Lênin, Mao e do Presidente Gonzalo, cartazes sobre a resistência palestina, e imagens dos heróis e heroínas do povo brasileiro.
A Escola Popular contou com momentos de intervenções culturais, debates e demais atividades coletivas. Durante nosso balanço final, os ativistas animados com a realização, já buscavam planejar a próxima com mais tempo de duração e com mais atividades coletivas, propondo métodos de estudo, indicando livros, filmes, textos, músicas e documentários para melhor compreensão de todo o conteúdo abordado na Escola Popular.
Viva a Escola Popular!
Viva o Movimento Estudantil Popular Revolucionário!
Viva a Revolução Agrária!
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