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PE: Coletivo Mangue Vermelho e Grupo de Estudos e Debates Marx-Engels realizam vitorioso cinedebate em homenagem ao camarada Manoel Lisboa na Universidade Federal Rural de Pernambuco

Na última sexta-feira, dia 04/09, o Grupo de Estudos e Debates Marx-Engels (GEDME) em conjunto com o coletivo Mangue Vermelho realizou um vitoriosíssimo cinedebate em homenagem ao camarada Manoel Lisboa, tombado em combate há 53 anos, e em comemoração dos 60 anos da Grande Revolução Cultural Proletária. O cinedebate ocorreu no CEGOE na UFRPE e exibiu o filme: “Como era a vida na revolução cultural chinesa”.

Durante a abertura do evento, o representante do Mangue Vermelho situou historicamente a GRCP como fruto da acumulação de experiência do proletariado internacional; que com a revolução de outubro os povos oprimidos de todo mundo enxergaram um luminoso farol que apontava o caminho revolucionário como único possível para a solução dos seus problemas. Foi nesse embalo que o povo chinês e o seu partido, munidos do Marxismo-Leninismo, abalaram o mundo e fizeram triunfar a grandiosa revolução chinesa! Com a construção da revolução chinesa e em meio à luta árdua para construir o socialismo, o PCCh, indo contra a corrente revisionista e restauracionista que corria na URSS, iniciaram a GRCP, uma poderosa arma para manter o socialismo e fazer triunfar a linha protelaria sobre a linha burguesa. O representante finalizou afirmando que, entendendo que “O povo, e só o povo, constitui a força motriz na criação da história universal” e aplicando firmemente a linha de massas, os comunistas chineses impediram a restauração capitalista durante toda uma década.

O representante do GEDME lembrou da trajetória do grande dirigente comunista, o camarada Manoel Lisboa, apontando que o mesmo foi profundamente influenciado pelos ecos da Revolução Chinesa e da Grande Revolução Cultural Proletária; impulsionado por este gigantesco evento, o camarada escreveu a Carta de 12 pontos aos Comunistas Revolucionários, onde afirma que o caminho da revolução brasileira deve se apoiar principalmente no campo e que, tendo como base a aliança operário-camponesa, o partido do proletariado tem como sua melhor arma a guerra popular, e que esta tem um caráter prologando; que a revolução brasileira não é imediatamente socialista, que é, na realidade, revolução democrática e antiimperialista. Lembrou aos presentes que foi sobre as bases deste documento que o PCR foi fundado, e que os que hoje viram os olhos para os trabalhos do camarada Manoel Lisboa, mas utilizam sua imagem para ganhar atenção e votos, para se pintar de vermelho e de revolucionários, na verdade cospem em sua memória. O representante do GEDME encerrou lembrando que foi sob a direção deste grande comunista que, em 1969, triunfou uma gigantesca luta que culmina com a ocupação da reitoria e a vitória dos estudantes!

Após as falas de abertura, o evento seguiu com a exibição do filme. Participaram durante o evento cerca de 20 pessoas e, com a conclusão do documentário, se abriu para o debate. O debate focou principalmente nas diferenças abissais entre a sociedade em que vivemos e a demonstrada no filme. Destacou-se o grande ensinamento da GRCP de que não devemos nunca esquecer a luta de classes e que devemos nos apoiar arduamente nas próprias forças; foi ressaltado também o papel de destaque das mulheres e como na sociedade chinesa da época elas se colocavam lado a lado aos homens em todas as atividades, desde os treinamentos militares às atividades nas fábricas, que a opressão de sexo que existe no velho mundo foi esmagada pela ideologia proletária; outro ponto abordado foi como o trabalho tecnológico de ponta – que se apresenta no documentário como o trabalho de confecção de chips para computadores – parecia não se situar distante da sociedade e dos trabalhadores, muito diferente da nossa situação atual.

O debate finalizou reafirmando a importância da Grande Revolução Cultural Proletária para todo o proletariado internacional. O representante do GEDME lembrou de que foi no impulso da GRCP que a luta de duas linhas no MCI foi intensificada, delineando as linhas revisionistas, burguesas e reacionárias da linha verdadeiramente proletária, e que o próprio camarada Manoel Lisboa havia tomado parte nessa luta pela linha proletária, quando citou que: “as posições revisionistas do XX congresso do PCUS serviram para dar respaldo jurídico ao reformismo do PCB”; reafirmou que todos aqueles que querem destruir essa velha sociedade devem se apoiar nos ensinamentos da revolução cultural, que para ousar alçar os céus e fazer a revolução, para destruir esse velho e podre mundo é necessário se apoiar firmemente na consciência histórica do proletariado, do acúmulo de experiência que a classe somou desde os eventos da comuna de paris até os processos revolucionários em curso hoje. O representante do Mangue Vermelho encerrou lembrando para os presentes que os estudantes que queiram honrar o sangue derramado por Manoel Lisboa e todos aqueles que verteram suas vidas pela revolução devem mesmo é mirar em seus exemplos e servir ao povo de todo coração!

HONRAS E GLÓRIAS ETERNAS AO CAMARADA MANOEL LISBOA!

VIVA A GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA!

DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE, SERVIR AO POVO NO CAMPO E NA CIDADE!

VIVA A JUVENTUDE COMBATENTE!

MEPR Autor

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